Pichação: O prejuízo em “frases e versos”! - Jornal Agora Regional

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Pichação: O prejuízo em “frases e versos”!

Residências e estabelecimentos comerciais, prédios públicos e até monumentos são alvos da ação de pichadores, que são jovens e até adultos, que fazendo uso de tinta spray deixam símbolos e inscrições que quase sempre são a marca de seus autores. Este é um problema que pode ser percebido em quase todos os bairros da nossa cidade. Na Avenida Brasil uma galeria de lojas construída recentemente foi alvo da ação dos criminosos que não se importaram com a altura do prédio e mesmo correndo risco de queda, deixaram sua marca. São rabiscos, desenhos e frases que não fazem parte da estrutura original dos imóveis e que acabam trazendo muitos prejuízos aos proprietários e ao poder público. A pichação está inserida no cenário de casas, edifícios, abrigos de ônibus e desfigura até prédios importantes para a história do município, como o da antiga Estação Ferroviária. Professores em sala de aula, líderes de igrejas, lideres comunitários, pais de modo geral, podem ajudar ensinando os filhos a preservar o patrimônio de nossa cidade, abordando os prejuízos e até as consequências deste ato que não é arte, é crime. No Brasil, a pichação é considerada vandalismo e crime ambiental, previsto no artigo 65 da Lei no 9.605. A pena pode variar de 3 meses a 1 ano, além de multa para quem pichar alguma edificação ou monumento urbano. Se o ato for realizado em monumento ou edifício tombado, o período de detenção aumenta, podendo chegar a 3 anos. No entanto, dificilmente alguém é identificado pelos prejuízos que causa ao município que acolhe sua própria família e que deveria ser respeitado. Pichação não é arte, é crime, um ato de violência contra o município que acolhe até mesmo a família do pichador! Nossa reportagem fez um breve registro na região central e bairros próximos, pois se fosse para registrar toda a pichação da cidade seriam vários dias de trabalho, infelizmente!
























Fonte: Jota Júnior

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